5 livros imperdíveis sobre planejamento e gestão de negócios

Há uma infinidade de livros sobre planejamento e gestão de empresas sendo publicado a cada ano. É até difícil identificar em quais deles vale a pena investir tempo, esforço intelectual e dinheiro, pois embora conhecimento nunca seja demais, é importante ter como apoio fontes confiáveis que realmente o ajudem a otimizar suas estratégias tendo por base metodologias globalmente difundidas, com métodos já aplicados e conhecidos por outras empresas – separar o joio do trigo.

Pensando nisso, resolvemos trazer aqui no blog cinco sugestões para nossos leitores. Continue lendo para ver quais são elas e ter um resumo rápido do que você pode aprender com cada obra!

1. Execução: a disciplina para atingir resultados — de Larry Bossidy e Ram Charan

Execução - A Disciplina para Atingir Resultados - Scoreplan

Segundo os autores, incontáveis são as empresas que entregam menos do que o seu potencial por causa da má execução – é comum, e fácil de enxergar, lacunas entre as promessas e os resultados quando olhamos para dentro das organizações. A lacuna mais comum, e menos percebida – o que parece improvável, mas infelizmente não é; é aquela que denota uma divergência entre o que a liderança quer e prevê e o que a empresa é capaz de entregar.

Este livro mostra como executar o trabalho, ou fazer com que seja executado, a fim de entregar resultados reais, quer você esteja dirigindo uma empresa inteira ou em seu primeiro cargo de liderança. Os autores criaram uma espécie de manual que ajuda a entender como unir pessoas, estratégia e operações.

A obra enfatiza a importância dos gestores e líderes se envolverem profunda e apaixonadamente com suas organizações conduzindo os negócios com base em honestidade e realismo intelectual, já que na visão dos autores “se você não sabe executar, o todo de seus esforços como líder sempre será menor do que a soma das partes”.

 

 

2. A Mentalidade do Fundador — de Chris Zook e James Allen

A Mentalidade do Fundador - Scoreplan

A maioria dos executivos gerencia suas empresas como se a solução para os problemas estivesse sempre no ambiente externo: encontrar um mercado atraente, formular a estratégia certa, conquistar novos clientes, etc.

Essa mentalidade não é de todo equivocada, no entanto quando Chris Zook e James Allen pesquisaram essa questão, eles descobriram que 90% das empresas que não atingem suas metas de crescimento tem sua causa atrelada ao ambiente interno — aumento da distância das linhas de frente, perda de responsabilidade, processos desajustados e burocracia, para citar apenas alguns.

Nesta obra, os autores falam sobre o paradoxo do crescimento “crescimento traz complexidade, e a complexidade mata o crescimento”, segundo eles todas as empresas sofrem desafios ao crescer, e podem passar por 3 crises ao longo de sua existência.

A principal tese da obra é de que a solução para essas crises de crescimento é ter e difundir uma “mentalidade de fundador” — um conjunto de comportamentos e características capazes de aliar crescimento em larga escala e inovação contínua.

 

3. Mapas Estratégicos — de Robert Kaplan e David Norton

Mapas Estratégicos - Scoreplan

Nos anos 1990, Robert S. Kaplan e David P. Norton apresentaram o Balanced Scorecard (BSC), um sistema revolucionário de medição de desempenho que permitia às organizações quantificar ativos intangíveis, como pessoas, informações e relacionamentos com clientes.

Usando sua pesquisa contínua com centenas de adotantes do BSC em todo o mundo, os autores criaram uma nova ferramenta poderosa: o “mapa estratégico“,  que permite às empresas descrever as ligações entre ativos intangíveis e criação de valor com clareza e precisão nunca antes possível.

É isso que eles descrevem com diversos exemplos neste livro que já é considerado um clássico da gestão estratégica em todo o mundo.

 

 

 

4. Competindo pelo futuro — de Gary Hamel e C.K. Prahalad

Competindo pelo futuro - Scoreplan

Afirmando que seu livro “fornece a pretensos revolucionários as ferramentas e os conceitos de que necessitam para desafiar os paradigmas do passado”, Hamel e Prahalad defenderam uma concepção muito mais ampla de estratégia de negócios — uma redefinição que desde então se solidificou em uma verdade absoluta.

Hamel e Prahalad argumentam que a maior vantagem competitiva de uma empresa é a visão do futuro. Toda a reengenharia no mundo não salvará a empresa que não refletir sobre o que acontecerá nos próximos dez anos. A empresa que primeiro chegar ao futuro ganhará a concorrência.

Eles mostram que o planejamento estratégico deve acontecer o tempo todo, não apenas durante interrupções discretas dos negócios regulares de uma empresa; que deve ser emocional, significativo e orientado pelo propósito, não apenas analítico; e que esse impulso deve ser nutrido em toda a organização, não apenas entre estrategistas e consultores. Entre os principais ensinamentos, os executivos precisam cultivar ativamente as “competências essenciais” da empresa para se antecipar — e não apenas adaptar — às mudanças do setor.

 

5. Empresas feitas para vencer — Jim Collins

Empresas Feitas para Vencer - Scoreplan

Existem empresas que desafiam a gravidade e convertem a mediocridade em superioridade de longo prazo; quais são as características distintivas universais que levam uma empresa a sair do patamar de boa para ótima? Durante anos este questionamento ocupou a mente de Jim Collins.

Usando benchmarks e outras técnicas de investigação, Collins e sua equipe identificaram um conjunto de empresas de elite que deram o salto para grandes resultados e sustentaram esses resultados por pelo menos quinze anos. Depois do salto, essas empresas geraram retornos cumulativos de ações que bateram o mercado acionário geral, em média sete vezes em quinze anos, melhor que o dobro dos resultados entregues por um índice composto das maiores empresas do mundo, incluindo a Coca- Cola, Intel, General Electric e Merck.

A equipe de pesquisa comparou as empresas que obtinham resultados do “bom” ao “ótimo” com um conjunto cuidadosamente selecionado de empresas que não conseguiram se tornar verdadeiramente ótimas. O que foi diferente? Por que um conjunto de empresas alcançou um grande desempenho, enquanto o outro conjunto permaneceu apenas bom? É o que Jim Collins buscou descrever neste livro que já é best-seller mundial!